O problema dos créditos rápidos

O problema dos créditos rápidos

By | 2017-07-19T04:11:52+01:00 28/04/2015|Categories: Crédito Pessoal|

Os créditos rápidos são apelativos para muitas pessoas, principalmente por serem de acesso relativamente fácil. Contudo, antes de optar por este tipo de produto financeiro, deve saber qual é o problema dos créditos rápidos.

Como vamos ver, existem muitos motivos pelos quais deve optar por outras alternativas de financiamento.

Mas comecemos pelo início: porque há tantas pessoas a recorrer ao crédito rápido?

Desde o início da crise que os bancos fecharam quase por completo a torneira do crédito às famílias portuguesas. Na ânsia de encontrarem uma solução para as suas necessidades de financiamento, milhares de portugueses cederam à tentação de contrair créditos rápidos.

A elevada procura por este tipo de produto financeiro fez com que surgissem inúmeras empresas de crédito rápido. Estas empresas promovem a concessão rápida de financiamento, sem a necessidade de os clientes passarem por um processo de análise rigoroso.

Em contrapartida, estas empresas cobram juros elevadíssimos, que podem em alguns casos ultrapassar a fasquia dos 30%.

Como funcionam as empresas de crédito rápido

Quase todas as empresas de crédito rápido seguem o mesmo fio condutor: emprestam pequenos montantes, exigem o pagamento num curto espaço de tempo e praticam juros bastante elevados.

Ainda que a maioria das financiadoras que se especializaram na concessão de créditos rápidos pratique juros dentro do que está legalmente definido pela legislação portuguesa, em alguns casos os valores andam muito perto do teto máximo legal.

O empréstimo típico do crédito rápido não ultrapassa os 25 mil euros, com o teto máximo de reembolso a nunca ultrapassar os 5 anos.

O acesso a estes produtos financeiros é geralmente feito através da Internet, ou de telefone, o que se materializa numa ideia de facilidade que muitas vezes é prejudicial para os consumidores.

Ao saberem que basta fazer um telefone, ou preencher um formulário para iniciar o processo de contratação de um novo empréstimo, os consumidores podem cair no erro de contrair créditos não necessários.

Uma vez que não é feito um estudo suficiente rigoroso do perfil de crédito de cada cliente, estas empresas defendem-se do risco que correm através da imposição de juros altos.

O perigo dos juros altos

O que você, enquanto cliente deve reter é que em troco de todas as facilidades concedidas, você acaba por pagar uma fatura muito elevada em juros. Se está a recorrer a este tipo de crédito porque está numa situação financeira difícil, então pense duas vezes, pois apenas irá estar a agravar a sua situação.

O problema dos créditos rápidos é exatamente esse: juros extremamente elevados, que podem comprometer a situação financeira de quem contrata este tipo de produto financeiro.

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About the Author:

Formado em Engenharia e apaixonado pela área Financeira, Ricardo Rodrigues criou a NValores em Agosto de 2013 com a missão de melhorar a literacia financeira dos Portugueses. Exerceu funções profissionais inerentes à categoria de Consultor Financeiro na Empresa Maxfinance, nomeadamente assessoria na obtenção de crédito pessoal, crédito consolidado, crédito automóvel, cartões de crédito, crédito hipotecário, leasing, seguros e aplicações financeiras. Desde de 2013 com funções profissionais inerentes à categoria de CEO na RRNValores Unipessoal, Lda, especificamente, gere uma equipa formada por consultores, marketing de conteúdos e programadores que criam, desenvolvem e mantêm uma plataforma com informação e comparação de produtos financeiros gratuita para todos os utilizadores. Email: geral@nvalores.pt

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